No pé da cama haviam monitores (parecia que eu estava acordada). Eles lembravam os do estúdio da TV CECH. Era pra gente (tinha mais alguém, ou mais duas pessoas) escolher algum vídeo feito por nós para passar em um desses monitores, e assim depois passar em um festival (era o de Gramado ou o de Cannes). Escolhi um clipe do Sigur Rós (era muito bonito, por sinal, com fotografia azulada), e pus o VHS em um vídeo que ficava perto das telas. Aí surgiu uma espécie de consciência dentro do sonho: peraí, eu nunca filmei ou gravei nada para o Sigur Rós!
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