Vagas

By Juliana

Uma amiga, Tariana, tinha ganhado uma casa em uma ilha muito bonita; era um desses lugares paradisíacos, tipo Bali. Estava eu lá, andando, e cheguei no imóvel. A casa era de uma beleza simples de amar. Ela e sua mãe saem da casa, indiferentes, pegam seu motorhome e me deixam lá, e no carro aparecem mais algumas amigas minhas que nem ouvem quando eu as chamo. Ondas pegam na beira do veículo, o qual balança, e sai andando; as ondas agora só pegam nos meu pés e canelas. Volto para a casa. A janela é larga e tem uma vista para o mar incrível, este que aqui é lindo (aquele azul foto de calendário, bem transparente, mas vivo), e como moldura existem umas folhas de coqueiro (bem clichê, por sinal); a casa tem o pé na areia, fincada nela, exatamente de frente para a praia, uns 6 carros de distância até a água (não lembro que carro foi minha base para o cálculo hahaha imagino que um carro de 4 ou 5 metros). Por mais estranho que pareça, eu achava aquele ambiente salino agradável. De repente, toca à porta um calouro, e pergunta pelas minhas amigas; é o Plínio. Digo que saíram mas logo voltam (ninguém havia me dito nada sobre voltar). Ele entra, e no que entra, entram mais uns 12 do primeiro ano. Sentam no sofá que acabara de aparecer, ligam o DVD, que está com um DVD com fotos do ensaio da Frida e mais outras. Peço para que não cliquem nas fotos amarelas (que são as da Frida), eles questionam, mas não clicam nas fotos. Depois, digo que há um vídeo legal para eles verem, Getaway Stockholm, vou lá e ponho (esse vídeo de fato existe, mas nem é tão legal assim). Acordei logo, depois de um carro acelerar fritando pneu (faz parte do vídeo), em uma tela pixelizada.

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Uma resposta para “Vagas”

  1. Tariana (a do sonho em questão) Disse:

    Como você soube da casa em Bali???

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